O que você vai encontrar aqui
Este é o primeiro registro de um espaço que eu quis abrir há tempo: um lugar para pensar em voz alta sobre as duas coisas que ocupam meus dias.
De um lado, a Hipótese de Riemann — um dos sete Problemas do Milênio, sem solução desde 1859. Do outro, os sistemas autônomos que construo, que executam serviços de ponta a ponta sem depender de pessoas específicas. À primeira vista, mundos distantes. Na prática, é o mesmo músculo.
Duas frentes, uma disciplina
O que une a matemática de fronteira e a engenharia de agentes é o método. Em ambos, o resultado não vem de jogar força bruta no problema — vem de direção. De definir o caminho, deixar a máquina executar o que à mão levaria anos, e então verificar cada passo contra a realidade.
A vantagem não é usar IA. É saber dirigi-la.
É por isso que, em cada nota de pesquisa, eu separo de forma explícita o que está provado do que apenas funciona numericamente. Essa honestidade epistêmica é o que dá credibilidade ao trabalho — e é a mesma régua que aplico aos sistemas que coloco para rodar.
Por que escrever
Resultados aparecem prontos: um artigo no Zenodo, um produto no ar. O que quase nunca aparece é o caminho — os becos sem saída, as hipóteses que caíram, a decisão que destravou tudo. É esse processo que eu quero registrar aqui.
Você vai encontrar três tipos de nota:
- Pesquisa — avanços e travas na Hipótese de Riemann, em linguagem acessível sempre que possível.
- Sistemas — o que aprendo construindo agentes autônomos que operam sozinhos.
- Bastidores — reflexões sobre dirigir inteligência artificial sem perder o rigor.
O que vem por aí
Os próximos textos chegam conforme o trabalho avança. Se quiser acompanhar de perto, a pesquisa completa está aqui e estou a um e-mail de distância.
Obrigado por ler. É bom ter você por aqui.
