Breno Andrade
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A abordagem espectral no programa Connes–Consani–Moscovici.
Um dos sete Problemas do Milênio, sem solução desde 1859. Ataco o passo espectral que falta no programa CCM — combinando derivação analítica com verificação numérica de altíssima precisão, e sendo explícito, em cada nota, sobre o que está provado e o que está estabelecido por numérica de alta precisão.
Estudo a abordagem espectral da Hipótese de Riemann no programa Connes–Consani–Moscovici (CCM). O direito de afirmar vem de resultados registrados — não de opinião.
Foco atual: a parte negativa (não-clássica) do espectro prolato de Connes–Moscovici e as questões de even-simplicity e ordenação setorial do tripleto espectral CCM, rumo à Hipótese de Riemann. Cada nota separa estritamente o que é teorema do que é evidência numérica.
A direção é humana — eu defino o problema, a estratégia e o caminho. A execução é acelerada por computação multiagente assistida por IA, que realiza derivações e verificações de alta precisão (mpmath, até 150 dígitos) que à mão levariam anos. Os achados são cruzados contra os zeros de Riemann até o limite da precisão dupla. O pipeline de verificação roda no RAIOS, a plataforma multiagente que desenvolvi de forma independente.
“You are very efficient. I will read your last note, which is very interesting.”
Acompanha o trabalho de perto e liberou a submissão do artigo sobre zeros simples ao Comptes Rendus Mathématique, a revista da Academia Francesa de Ciências.
Ramis encaminhou o trabalho a Frank Loray, com possibilidade concreta de conexão ao IMPA, no Rio de Janeiro.
O material chegou a Alain Connes — autor do programa espectral — por intermédio de Ramis.
Todos depositados no Zenodo em 2026, organizados por frente de ataque. Os dois resultados principais estão marcados. Cada item leva ao depósito permanente.
Resolve o problema do colapso levantado pelo próprio Ramis: o espectro se acumula no limiar −1/4 sob uma condição de quantização fechada (fase de Gamma), e a renormalização de Perez-Marco converge para a sequência racional (n²+2)/3.
Prova a simplicidade conjecturada por Ramis, Richard-Jung e Thomann (C. R. Math. 363, 2025) e o entrelaçamento estrito de paridade — via função m de Weyl e identidade de Green/Wronski (Herglotz), verificada a 38 dígitos. É o artigo liberado por Ramis para o Comptes Rendus.
A identidade analítica M(E(h))(it) = Ξ(t)/4, conectando o mapa de Connes E à função xi de Riemann, com verificação quantitativa a precisão dps=150.
Busco apoio para dedicação integral à Hipótese de Riemann, dentro de um programa de ataque já definido. Você financia, eu executo — com prestação de contas (relatório diário e mensal). A prova vem antes da promessa.
O apoio pode ser único ou dividido entre parceiros.